• Alex Paz

Bohemian Rhapsody: a história do Queen e Freddie Mercury nos cinemas


Freddie Mercury: a estrela do rock mais conhecida do mundo. Mais de 27 anos depois de sua morte, aos 45 anos, o mundo e as novas gerações continuam “adorando” o líder do Queen em seu devido pedestal na história da música.

Não é surpresa que o filme biográfico sobre Freddie e o Queen, focado na fase mais prolífica e criativa da banda, esteja gerando tanto interesse desde o anúncio da produção. Com estreia programada para o início de novembro de 2018, Bohemian Rhapsody foi batizado com o nome da música mais conhecida da banda inglesa – e uma das mais célebres da cultura pop.


Com consultoria criativa de Brian May e Roger Taylor, membros do Queen, o filme é mais do que um retrato biográfico: é um verdadeiro ode ao impacto e importância da banda. O ápice do longa se dá no que é considerado o maior show da história: a apresentação da banda no concerto filantrópico Live Aid, em 1985, na Etiópia.

Na época, Freddie já sabia ser portador do vírus da Aids, e as consequências da doença o levaram à morte precoce, em 1991. A revelação de que o astro tinha a doença só foi feita pouco antes de ele falecer.


Freddie Mercury é vivido por Rami Malek, que foi alçado ao estrelato como protagonista da série Mr. Robot, a qual lhe rendeu prêmios Emmy e um Globo de Ouro de melhor ator.

De origem egípcia, Rami usou uma prótese dentária para reviver o icônico visual de Freddie, e estudou todas as imagens e gravações disponíveis das apresentações do Queen para reprisar sua fisicalidade e energia no palco.

Rami também canta na trilha sonora, como Freddie, e em algumas sequências do filme é sua voz que se ouve.


Farrokh Bulsara, nascido em Zanzibar e imigrante na Inglaterra, sempre sonhou com o estrelato, mas não tinha certeza de como chegar lá.

Antes de ser tornar Freddie, o jovem Farrokh era estudante de Arte e Design Gráfico e chegou a trabalhar no aeroporto de Londres. Quando se formou, virou vendedor de roupas “vintage” em um mercado moderninho em Londres. Foi a namorada, Mary Austin, a responsável por despertar o lado “flamboyant” de Freddie, e incentivar seu lado criativo com a moda.

“Não é um filme do Queen. É um filme do Freddie”, disse Brian May em entrevista

Na época do auge do Queen, Freddie não tinha interesse em expor sua sexualidade fluida – ele achava que se o assunto sobre ele fosse esse, tiraria o foco do que lhe mais importava, que era a música. Mary permaneceu como a melhor amiga e confidente de Freddie, até o fim da vida dele, e foi a maior beneficiada em seu testamento. É Mary quem mora na mansão de Freddie em Londres, a qual ela mantém longe de olhos curiosos.


A música mais notória do Queen, uma ópera pop-rock que mudou os parâmetros do que seria ou não aceito em formato de músicas comerciais, tem o processo de criação esmiuçado em detalhes, da composição à melodia. Mas é durante a recriação da sessão de gravação que se entende por que a canção é o nome do filme.

O produto final é resultado de muita criatividade, brigas com executivos do estúdio (que não entendiam o motivo de uma música ter seis minutos), e um esforço conjunto dos “quatro do Queen” para fazer a visão de Freddie valer.

Mike Myers, responsável pela popularidade de ‘Bohemian’ na década de 1990, por conta do filme Quanto Mais Idiota Melhor, faz uma participação muito importante na trama. Myers, que se associou ao projeto por conta de seu amor pela banda (o ator e produtor, nos últimos anos, decidiu fazer poucos trabalhos no cinema), vive o representante da gravadora em queda de braço com o Queen.


por Bel Sanmax - https://blog.saraiva.com.br/


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